«A prosa de McEwan continua tão magistral como sempre. Ninguém que escreva actualmente em inglês supera, ou sequer se equipara, à mestria de McEwan.» – Jonathan Yardley, The Washington Post
Em Na Praia de Chesil, de Ian McEwan, estamos em Julho de 1962. Os recém-casados Edward e Florence estão prestes a passar a aguardada noite de núpcias num hotel junto à praia de Chesil. No entanto, aquilo que deveria ser o início feliz de uma vida a dois transforma-se num confronto doloroso entre desejo, medo, expectativas e tudo o que nunca foram capazes de admitir um ao outro.
Numa época em que falar de sexo ainda era considerado impróprio, Edward e Florence chegam ao casamento carregados de inseguranças que não sabem partilhar. Ao longo de poucas horas, pequenos gestos, equívocos e silêncios conduzem-nos a um momento capaz de alterar o rumo das suas vidas.
Com uma já habitual e extraordinária precisão psicológica, Ian McEwan constrói um romance íntimo e profundamente comovente sobre amor, sexualidade e incomunicabilidade – e sobre como uma decisão tomada num instante pode acompanhar-nos durante toda uma vida.