«Uma máquina perfeitamente afinada… Impiedosa e divertida.»
THE NEW YORK TIMES BOOK REVIEW
Sabe o que já chamaram a Amesterdão, de Ian McEwan? Um «pesadelo sereno».
Numa gélida manhã de Fevereiro, dois velhos amigos reúnem-se à porta de um crematório londrino para se despedirem de Molly Lane. Em tempos, ambos foram seus amantes. Agora, Clive Linley é um compositor célebre e Vernon Halliday dirige um influente jornal.
Só que Molly deixou marcas profundas na vida de muitos homens. Entre eles, está também Julian Garmony, um ambicioso político conservador apontado como futuro primeiro-ministro.
Após o funeral, um acontecimento inesperado leva Clive e Vernon a selarem um pacto singular – uma decisão que desencadeará uma espiral de dilemas morais, rivalidades e consequências imprevisíveis.
Demonstrando a mesma mestria narrativa de Expiação, em Amesterdão, Ian McEwan, um dos mais importantes escritores britânicos contemporâneos, combina humor negro, suspense e uma reflexão mordaz sobre a amizade, a ambição, o poder e a integridade moral.
«O mais divertido que McEwan já escreveu, embora igualmente letal.»
GABRIELE ANNAN, THE NEW YORK REVIEW OF BOOKS