O Céu É o Máximo, de Máximo Ferreira, conta-nos que, nas cidades ou nas aldeias, o percurso quotidiano do Sol, o permanente rodopiar das estrelas ou o passeio apressado da Lua continuam a prender a atenção do cidadão comum, despertando-lhe, naturalmente, a vontade de compreender melhor o que são os pontos luminosos que decoram a esfera celeste e por que apresentam colorações diversas.
Em O Céu É o Máximo! o leitor sentir-se-á em plena intimidade com galáxias, estrelas e planetas, pela simples razão de saber que são constituídos pelos mesmos elementos que existem nas plantas ou nos animais.
Sentirá o conforto de conhecer bem a Ursa Maior ou a Cassiopeia, e recordar algumas das histórias de que elas foram personagens principais.
Além de sugerir formas fáceis de encontrar o Norte ou o Sul, oferece ainda o prazer de conhecer previamente a que horas se avista a galáxia de Andrómeda no mês das nossas férias ou como vai estar o céu na noite de Natal.
Finalmente, a vontade de ver mais longe, levará à utilização de binóculos ou telescópios que este livro ajudará a utilizar de forma cómoda e eficaz.
Leia um excerto aqui: O Céu É o Máximo, Máximo Ferreira