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HISTÓRIAS TRADICIONAIS POLITICAMENTE CORRECTAS

James Finn Garner

  • Edição Janeiro 1
  • Colecção Fora de Colecção
  • ISBN 978-972-662-498-1
  • Páginas 96
  • Dimensões 0 x 0
€12,11 €10,90

Em tempos que já lá vão, era costume duns senhores barrigudos de meia idade reunirem-se nos seus clubes elitistas onde, afundados em cadeirões de cabedal exageradamente estofados, entre baforadas de charutos que empestavam o ar, contavam uns aos outros histórias e mexericos. O pior era que as histórias, muitas das quais passaram a fazer parte da consciência social colectiva, reflectiam a forma como aqueles homens viviam e viam o seu mundo: isto é, as histórias eram sexistas, discriminatórias, injustas, culturalmente preconceituosas e dum modo geral desprimorosas para bruxas, animais, duendes e fadas de todo o mundo.
Até que finalmente, ao cabo de séculos destes contos abusivos, que foram transmitidos - inconscientemente - de geração machista em geração machista, James Finn Garner (mais um homem, é verdade) chamou a si a missão de esclarecer e libertar as clássicas histórias da carochinha, recontando-as dum modo muito mais consentâneo com a sociedade dos nossos dias.
Histórias Tradicionais Politicamente Correctas é, pois, o fruto dos laboriosos esforços de Garner. Só esperamos que as gerações vindouras de fãs de contos de fadas vejam neste trabalho uma tentativa meritória de desenvolver literatura significativa que seja totalmente isenta de preconceitos e expurgada das influências dum passado cultural que deixa muito a desejar.

James Finn Garner, descendente de falecidos machos brancos europeus, é escritor e actor em Chicago, Illinois, onde vive. Tem escritos publicados na Chicago Tribune Magazine e transmitidos pela Chicago Public Radio. A solo, esta é a sua primeira carcaça de árvore processada.

«Custa a acreditar que James Finn Garner tenha sido capaz de aperfeiçoar o que já era perfeito - mas foi!» HANS CHRISTIAN ANDERSEN

«Andámos à pancada para ver quem lia primeiro.»
OS IRMÃOS GRIMM

«Estas histórias são as fábulas dos tempos que correm.»
ESOPO