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O Drama de Magalhães e a Volta ao Mundo sem Querer

Seguido de Um Museu dos Descobrimentos Porque Não?

Luís Filipe F. R. Thomaz

  • Edição Janeiro 1
  • Colecção Trajectos Portugueses
  • ISBN 978-989-616-859-9
  • Páginas 128
  • Capa Brochada/capa mole
  • Dimensões 15,5x23
€11,00 €8,80

O MAIOR DESCOBRIMENTO  DA HISTÓRIA

Fernão de Magalhães é, e a justo título, o mais conhecido e celebrado navegador da história universal. O seu nome está li­gado a uma façanha inédita — a circum-navegação do Globo terrestre (1519-1522) — que, por ironia do destino, apenas teve lugar porque ele pereceu no decurso da viagem que planeara. Foi praticamente em desespero de causa que a nau Victoria (uma das duas que restavam das cinco partidas de Sanlúcar de Barrameda a 19 de Setembro de 1519) se decidiu a empreender a jornada de regresso, de Maluco a Espanha, pela rota portu­guesa do Cabo, transformando assim em volta ao Mundo o que se previa ser uma viagem de ida e volta pelo Pacífico.

O mérito de Magalhães está, por um lado, em ter descoberto uma das passagens que ligam o Atlântico ao Pacífico, provando assim a circum-navegabilidade da Terra; mas está sobretudo em ter intuído que o regime de ventos daquele oceano — a que chamou Pacífico por o ter encontrado calmo ao nele entrar — devia ser idêntico ao do Atlântico, o que lhe permitiu escolher a rota certa e assim atravessar à primeira tentativa a sua imensidão, até aí inexplorada.

Um trabalho admirável daquele que, na área, é hoje,  porventura, o investigador português com maior prestígio internacional,  seguido de uma lição oportuníssima:

Um Museu dos Descobrimentos: Porque Não?