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Coleccionadores de Sonhos
Colecção: Gradiva

Páginas: 496
Ano de edição: 2017
ISBN: 978-989-616-750-9
Capa: Brochado (capa mole)
19,3 €
17,37 €

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Sinopse
Este é um livro que viaja no tempo e no espaço, da agonia do império colonial ao auge das lutas liberais do século XIX, das chanas de Angola às noites chuvosas da cidade do Porto. Coleccionadores de sonhos? Sim, de sonhos de liberdade, de justiça, de felicidade. Mas também coleccionadores de pesadelos, de revoluções frustradas, de amores desabridos, de abismos mortais. Às personagens principais, Artur e Cloé, e às outras que com elas se entrelaçam, junta-se um baú – «havia algo de estranho naquele baú» – ponto de confluência e de intersecção de geografias, histórias e paixões. Um baú pelo qual Artur se deixa enfeitiçar quando o descobre num antiquário da Rua da Cedofeita, no Porto. Aliás, com as suas memórias e segredos, tonalidades e rumores, a Cidade Invicta transforma-se em hiperpersonagem de Coleccionadores de Sonhos.

«Nesta ficção literária, de matéria consistente e flexibilidade formal notável, António Oliveira e Castro conduz os leitores numa acelerada, às vezes vertiginosa, viagem pela história portuguesa dos últimos dois séculos.»

Viriato Soromenho-Marques

OUTROS LIVROS DO AUTOR:

Tambwe - A unha do leão
Autor(es)
António Castro nasceu em Angola, no Bongo-Lépi, em 1951.

Entre 1969 e 1971 publica alguns contos no jornal ABC de Angola, é co-produtor do programa de rádio «Cosmos 11», estuda no Instituto Comercial de Luanda (ICL), co-edita a revista do ICL, funda com um conjunto de amigos um grupo de teatro e o movimento de jovens Modjove publica o livro de poemas Eu, a minha terra e a minha gente. Simpatizante do MPLA, entra, em 1974, para o Comité de Defesa do Prenda (Luanda) e publica o livro de poemas Canções Clandestinas da Revolta Latente.

Em 1975 faz parte dos quadros da Comissão Nacional do Plano. É ainda nomeado instrutor militar da Organização de Defesa Popular (ODP), fazendo parte da estrutura de comando de uma unidade de combatentes camponeses.

Como consequência do golpe de Estado de 27 de Maio de 1977, abandona o país. Em Estocolmo, ganha a vida a lavar loiça no restaurante Caravela e aprende artes gráficas num jornal pertencente à comunidade de refugiados políticos sul-americanos. Em Lisboa, adere à LCI/PSR, onde milita a tempo inteiro. Trabalha na cooperativa de artes gráficas daquela organização. Abandona a militância política em 1981.

A residir em Setúbal desde 1982, aí trabalha em várias empresas.