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A COISA MAIS PRECIOSA QUE TEMOS
Autor: Carlos Fiolhais
Colecção: Ciência Aberta
Páginas: 216
Ano de edição: 2002
ISBN: 978-972-662-865-1
13,12 €
9,18 €
Sinopse
«Gostei muito [deste livro]. Em particular, da combinação da informação científica séria com o humor e a coragem.»
Professor Mario Bunge, McGill University Neste livro que prende e interpela o leitor, Carlos Fiolhais, físico, professor e grande comunicador, começa por explicar o trabalho do cientista, o modo como se distingue de outras actividades humanas, a criação da ciência e, depois, o seu ensino e divulgação junto do grande público. Reflectindo sobre o modo como a ciência e a cultura científica têm sido encaradas no nosso país, o autor subscreve e fundamenta a conclusão inevitável de que Portugal deve a si próprio um encontro mais fecundo com a ciência e a tecnologia, um encontro com o progresso, com o futuro. Mas, perguntará o leitor que ficou curioso com o título: «Qual é, afinal, a 'coisa mais preciosa que temos'?» O título foi retirado de uma famosa citação daquele que é talvez o maior cientista de todos os tempos, Albert Einstein. Esteja o estimado leitor descansado que, se ainda não sabe, não vai tardar a saber. Encontrará a resposta logo no final do primeiro capítulo. E perceberá melhor porquê ao longo de todo o livro. Carlos Fiolhais Autor(es)
CARLOS FIOLHAIS doutorou-se em Física Teórica pela Universidade de Frankfurt/ Main em 1982. É Professor Catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra desde 2000. Publicou 40 livros, entre os quais, na Gradiva, Física Divertida, Nova Física Divertida, A Coisa Mais Preciosa que Temos, Curiosidade Apaixonada, Engenho Luso e Outras Crónicas e Breve História da Ciência em Portugal. Foi Director da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Ganhou vários prémios e distinções, entre os quais um Globo de Ouro da SIC e a Ordem do Infante D. Henrique.Consulte o blog do autor em http://dererummundi.blogspot.com. |
Dito e Escrito
“A alquimia da prosa de Ian McEwan, sem grandes exibições estilísticas, calma, segura, aliciante, torna os seus romances uma experiência única de contacto com o desenvolvimento da narrativa, aqui cheio de voltas e reviravoltas, e da condição humana das personagens." – Filipa Melo sobre Mel, o novo romance de Ian McEwan no jornal Sol. Leia aqui na íntegra.
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