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Portugal 2015: Uma segunda oportunidade?
Inovação e Desenvolvimento
Colecção: Trajectos

Páginas: 264
Ano de edição: 2014
ISBN: 978-989-616-580-2
Capa: Brochado (capa mole)
14,5 €
7,25 €

Quantidade:
Sinopse
Trinta anos de intenso investimento, com retorno a longo prazo, na modernização das infra-estruturas de base, na construção de um serviço de saúde, na formação de recursos humanos, no desenvolvimento da capacidade C&T, explicam, em parte, a crise financeira do país, mas criaram as condições para a superar, colocando-nos em melhor posição para aproveitar as oportunidades que se estão a abrir com as mudanças da geografia económica e a evolução tecnológica.

As empresas passaram a principal investidor em I&D, beneficiando de um persistente apoio público, que atingiu o pico em 2010. Muitos desses investimentos estarão agora na fase final. A sua chegada ao mercado será um passo importante para o desenvolvimento em novos moldes e para a consolidação da teia de relações de cooperação criadas com as universidades.

O reposicionamento geoeconómico abre novos horizontes para o seu sucesso nos mercados. Alguns desses resultados possibilitarão uma nova articulação de outras políticas públicas, como as políticas sociais e do desenvolvimento regional, com a melhoria da competitividade internacional.

Para tirar partido das novas oportunidades precisamos de novas políticas. Chegámos a uma encruzilhada. O nosso futuro, para as próximas décadas, será determinado pelas escolhas que assumirmos agora. As oportunidades que se abrem têm uma janela temporal limitada para serem aproveitadas e não são reversíveis.

Leia aqui a síntese do livro.

Consulte aqui o índice da obra.

Autor(es)
Lino Manuel Gomes Fernandes licenciou-se em Economia pelo ISCEF em 1974.

Iniciou a sua actividade profissional em 1972, no GEBEI – Grupo de Estudos Básicos de Economia Industrial, onde participou em estudos de economia industrial e sobre a especialização internacional da economia portuguesa. Integrou o Serviço de Estudos e Planeamento, da JNICT, desde a sua criação, em 1986, onde participou na preparação de várias medidas de política C&T. De 1983 a 1996 foi Professor Convidado do ISCTE. Sócio fundador do Instituto de Prospectiva, em 1991. Foi Presidente da Agência de Inovação entre 1996 e 2002 e de 2005 a 2012.