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A CIÊNCIA NO GRANDE TEATRO DO MUNDO
Colecção: Ciência Aberta

Páginas: 228
Ano de edição: 1998
ISBN: 978-972-662-617-6
15,14 €
7,57 €


Sinopse
Nesta obra riquíssima de inúmeras referências e diversos registos culturais, ligando a imaginação apaixonada, controlada empiricamente, do cientista à imaginação e à emoção do poeta e do filósofo, António Manuel Baptista, animado pelo ideal humanista da harmonia entre os homens e destes com a natureza e pelo desígnio de tornar a humanidade mais humana, convida o leitor a acompanhá-lo numa breve história da passagem da filosofia natural para a filosofia experimental -- ou seja, a ciência --, encorajando-o a reflectir sobre ciência e senso comum, a distinguir ciência e filosofia, a tomar conhecimento, porventura com alguma surpresa, das razões por que o autor não considera a matemática uma ciência, a considerar as relações entre ciência e poesia, a discutir os problemas fundamentais da universidade, particularmente da nossa, neste nosso tempo, e, finalmente, num «Apêndice para desportistas», a divertir-se com um pequeno ensaio sobre ficção científica.

Uma leitura apixonante com o «sal» e o interesse de algumas ideias heterodoxas.

Físico, investigador premiado, professor universitário, autor de programas de divulgação científica na rádio e na televisão, publicou na Gradiva a obra A Primeira Idade da Ciência (colecção «Ciência Aberta», 1996).
Autor(es)
ANTÓNIO MANUEL BAPTISTA é Professor Catedrático de Física da Academia Militar. Dirigiu o Laboratório de Isótopos do IPO. Trabalhou no Medical Research Council e no Royal Cancer Hospital, de Londres. Graduado pela International School of Nuclear Science and Engineering, Estados Unidos. Foi Professor de Medicina Nuclear da Michigan State University. Os seus trabalhos de investigação distribuem-se por várias disciplinas. Publicou estudos e artigos em várias revistas científicas internacionais. Pela sua brilhante e continuada actividade de divulgação na rádio, na televisão e na imprensa foi distinguido com o Prémio
da Imprensa (1969) e o Prémio Vídeo da Televisão (1981).