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O Casamento de Cathy e Irving
Colecção: Cartoons

Páginas: 192
Ano de edição: 2006
ISBN: 978-989-616-118-7
20,19 €
18,17 €

Quantidade:
Sinopse
O Casamento de Cathy & Irving 2-5-2005

"SIM."
Raramente uma palavra ressoou tão sonoramente no mundo das tiras de BD. Mas quando a impagável Cathy - após vinte e sete anos de hesitação! - decidiu aceitar o pouco convencional pedido de casamento do namorado Irving, os fãs soltaram suspiros de alívio... e sorriram perante a expectativa da diversão que se seguiria.
O Casamento de Cathy & Irving tem toda a confusão, toda a magia e todo o humor que caracterizam as anteriores aventuras da Cathy, relatando o turbulento ano do noivado e o dia do grande acontecimento. O livro inclui também uma história condensada da relação do casal, desde os primeiros tempos de namoro, em 1976, até às semanas que antecederam a descoberta do estojo com o anel de noivado.

Cathy Guisewite lançou a série Cathy nos jornais em 1976, tornando-se uma das poucas cartunistas femininas a alcançar um sucesso de dimensão mundial. Trinta anos depois, a sua criação é presença assídua em mais de 1 400 jornais de todo o mundo, alcançando um público ainda mais alargado graças aos vários álbuns e antologias temáticas da série. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Reuben Award de 1993 e um Emmy para o programa de animação Cathy produzido pela CBS.
Autor(es)
O fenómeno Cathy nasceu no final dos anos 70, quando Cathy Guisewite enviou algumas tiras à Universal Press para não ter de passar pela vergonha de ser a mãe a fazê-lo. Quando poucos dias mais tarde, recebeu um contrato pelo correio, o que Cathy fez foi «telefonar à mãe, comprar um estirador e comer uma caixa de donuts». Hoje as tiras de Cathy são publicadas me mais de 350 jornais e revistas em todo o mundo. O talento de Cathy Guisewite para apresentar as angústias e as ambições de uma geração numa perspectiva humorística acabou por tornar a protagonista dos seus cartoons numa espécie de porta-voz das mulheres modernas. A autora, que vive na Califórnia, passa grande parte do seu tempo no sótão da sua casa a desenhar tiras e pranchas que se destinam «a todos aqueles cuja vida gira em torno da comida, do amor, da mãe e da carreira, os quatro grupos básicos da culpa».