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Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe

Empresariado como fator de desenvolvimento e transformação social. Outros olhares sobre a economia

Armindo do Espírito Santo

  • Edição Janeiro 2013
  • Colecção Fora de Colecção
  • ISBN 978-989-616-547-5
  • Páginas 424
  • Dimensões 0 x 0
€19,50 €17,55
Indisponível

Um estudo no âmbito da economia do desenvolvimento que, embora manifestamente do interesse de todos os leitores e a eles acessível, foi feito com a seriedade e o rigor que o mundo académico exige e reconhece. Numa área de grande actualidade, o autor proce

«Um dos méritos deste interessante estudo de Armindo Ceita do Espírito Santo é a perspetiva comparada entre Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, que permite sublinhar a diversidade e a singularidade dos sistemas sociais e económicos dos dois espaços, que a Lusofonia tende a homogeneizar. As preocupações conceptuais e analíticas do autor e as suas conclusões, não só revelam um trabalho rigoroso, exaustivo, estimulante - abrindo pistas inovadoras, como o estudo da intervenção social e económica da mulher - , mas também põem em evidência a fragilidade da aplicação de modelos teóricos ocidentais, a prioridade da valorização dos elementos endógenos, nomeadamente culturais, a necessidade de uma reflexão histórica estruturante, para compreender as realidades africanas dos tempos da globalização.»

 

Isabel Castro Henriques, Universidade de Lisboa

 

«Uma discussão central no âmbito da economia, a questão do desenvolvimento, especialmente no contexto dos países africanos, onde inúmeras restrições impedem o quadro de orientação e de formulação de políticas de desenvolvimento […]. Este livro […] permite compreender melhor a complexidade inerente ao processo de desenvolvimento destes dois países africanos.»

 

Henrique Mata, Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia

 

 

«Ao ler este trabalho do economista são-tomense Armindo Espírito Santo, mais me convenço da necessidade de estudos comparatistas. […] um trabalho que, embora privilegiando o método quantitativo, não denega a contribuição do histórico e do cultural, e até do espiritual, para a compreensão do ‘comportamento’ dos agentes económicos na celebrada economia de mercado […].»

 

 

Inocência Mata, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa