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Depois dos Neoconservadores: a América na Encruzilhada

Francis Fukuyama

  • Edição Janeiro 2006
  • Colecção Fora de Colecção
  • ISBN 978-989-616-148-4
  • Páginas 196
  • Dimensões 0 x 0
€5,00

Fukuyama mostra como os líderes políticos americanos subestimaram tanto a hostilidade estrangeira suscitada pela guerra com o Iraque como as dificuldades da reconstrução daquele país. Em seguida, com a acutilância na análise da política internacional a que nos habituou, relaciona os problemas no Iraque com tendências mais amplas, incluindo as recentes revoluções na Europa de Leste.
O que deverá fazer a América agora? Uma vez que nenhuma das teorias estabelecidas consegue orientar a actual política externa do país, Fukuyama sugere uma nova abordagem: enfatiza a importância de se tratarem as questões do desenvolvimento e da criação simultânea de instituições internacionais - o que iria evitar a guerra chamada «preventiva». É uma forma nova e potencialmente mais popular de relacionamento dos Estados Unidos com o resto do mundo.

«Cheguei à conclusão de que o neoconservadorismo, quer como símbolo político, quer como corpo de reflexão teórica, evoluiu para algo que eu deixei de conseguir apoiar. [...]

O neoconservadorismo tornou-se agora irreversivelmente identificável com as políticas da administração de George W. Bush durante o seu primeiro mandato e qualquer esforço, nesta altura, para recuperar a designação será, provavelmente, um exercício fútil. É muito mais importante redefinir a política externa americana para que esta possa passar além do legado da administração de Bush e dos seus apoiantes neoconservadores.»

Francis Fukuyama

Imortal de José Rodrigues dos Santos

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