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DESENVOLVIMENTO COMO LIBERDADE

Amartya Sen

  • Edição Janeiro 2003
  • Colecção Trajectos
  • ISBN 978-972-662-889-7
  • Páginas 384
  • Dimensões 0 x 0
€19,18 €17,26
Indisponível

AMARTYA SEN, galardoado em 1998 com o Prémio Nobel de Economia, apresenta uma obra notável que coloca a liberdade individual no âmago de uma análise compreensiva da economia global de hoje. O papel das várias instituições - compreendendo o mercado, os meios de comunicação, o estado, as forças de oposição e as organizações não governamentais - é visto no contexto de um enquadramento amplo e integrado. Esta obra centra-se na liberdade, como o fim básico e como o meio mais eficaz para a sustentabilidade da vida económica e para o combate à pobreza e à insegurança no mundo contemporâneo. São as fundações de uma mudança de paradigma na concepção das exigências do desenvolvimento económico - quer para ricos, quer para pobres - para o século XXI.


«Uma nova abordagem... Inovadora, vigorosa e humana. As propostas, optimistas mas realizáveis, de Sen levam-nos a pressentir que talvez haja solução.»
Business Week

«Os pobres e desprovidos do mundo não poderiam ter, entre os economistas, outro defensor tão rigoroso e arguto como Amartya Sen. Ao mostrar que a qualidade das nossas vidas não deveria ser medida pela nossa riqueza mas sim pela nossa liberdade, os seus escritos revolucionaram a teoria e a prática do desenvolvimento.»

Kofi Annan, Secretário-Geral das Nações Unidas


«Amartya Sen desenvolve exaustivamente, com elegância e consistência, a concepção de que o desenvolvimento económico é, por natureza, um alargamento da liberdade. Com exemplos históricos, dados empíricos e uma análise convincente e rigorosa, mostra como o desenvolvimento, concebido ampla e adequadamente, não pode ser adverso à liberdade, consistindo precisamente no seu reforço.»

Kenneth J. Arrow, Prémio Nobel e Professor Emérito de Economia, Universidade de Stanford


«A perspectiva apresentada e defendida por Sen reveste-se de grandes atractivos. Entre estes, o principal é o de, superando o estéril debate de por ou contra o mercado, facilitar a colocação de questões mais importantes sobre as políticas públicas.»

The Economist