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Passeio Aleatório
pela ciência do dia-a-dia
Nuno Crato
CIÊNCIA ABERTA
Preço de Capa: 12.00 EURO
Desconto: 10%
Preço Online: 10.80 EURO
Nº de páginas: 216
Ano de Edição: 2007
ISBN: 978-989-616-216-0
ste é um livro para curiosos escrito por um grande curioso. Um livro sobre a ciência que atravessa o nosso dia-a-dia, a ciência em que não reparamos ou que temos dificuldade em perceber. Com a clareza e a simplicidade a que nos vem habituando, mas também com o rigor de um profissional da ciência, Nuno Crato guia-nos pelo mundo fascinante da cultura científica, num passeio tanto mais interessante quanto aparentemente aleatório. Fica-se a saber como Tales mediu a altura da grande pirâmide e qual era o mistério das pontes de Königsberg. Fala-se da quadratura do círculo e das lentes dos faróis. Explica-se o contributo dos Descobrimentos para o sucesso do Tabasco. Discute-se o funcionamento do marégrafo de Cascais e de onde vem a tecnologia bluetooth. Explica-se o mito da maçã de Newton e a origem do sinal @. Este livro vai ser lido e conversado. Todos vamos aprender e todos nos vamos surpreender. O AUTOR Nuno Crato é professor de Matemática e Estatística no ISEG. É pró-reitor para a cultura científica na Universidade Técnica de Lisboa e coordenador científico do centro de investigação FCT Cemapre. Trabalha em processos estocásticos e séries temporais e desenvolve aplicações em áreas diversas, nomeadamente computacionais e financeiras. É presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática e membro de várias sociedades científicas. Tem dezenas de artigos publicados em revistas científicas internacionais. Este é o seu décimo primeiro livro. Conhecido do grande público pelo Eduquês em Discurso Directo (com nove edições), por A Espiral Dourada e por outras obras de divulgação, Nuno Crato é ainda cronista do Expresso e colaborador regular em programas de televisão (2010 e 4xCiência) e de rádio (Três Minutos de Ciência, Rádio Europa). Pelo seu trabalho de divulgação, recebeu o primeiro prémio no concurso Public Awareness of Mathematics, organizado pela Sociedade Matemática Europeia, em que houve nomeações de 14 países. O QUE SE DIZ SOBRE O LIVRO «O passeio aqui feito por Nuno Crato pelos trilhos da ciência de aleatório só tem o título. Ele conhece bem os caminhos que percorre e, se formos com ele, descobriremos novos e excelentes panoramas.» CARLOS FIOLHAIS, físico, Universidade de Coimbra «Passear ao acaso num belo jardim. O discurso aparentemente fácil de Nuno Crato não nos quer convencer de que na ciência se pode entrar sem trabalho. Serve para nos demonstrar que o binómio de Newton é suficientemente belo para justificar o nosso esforço.» JOSÉ LUÍS SALDANHA SANTOS, fiscalista «Com uma escrita cristalina, os passeios aleatórios de Nuno Crato são pequenos mas brilhantes raios com que a luz da ciência moderna ilumina a vida quotidiana.» JORGE BUESCU, matemático, Universidade de Lisboa «Ler ou escutar Nuno Crato é mais do que aprender o muito que tem para nos ensinar. É deixarmo-nos contagiar pela extraordinária aventura da criatividade feita conhecimento.» PAULA MOURA PINHEIRO, jornalista “Nuno Crato é um nome de referência da divulgação da cultura científica em Portugal. Tem sido, também, um interventor empenhado nos debates sobre pedagogia e os conteúdos do sistema do ensino. Este livro é um bom retrato da sua acção: um estímulo permanente à curiosidade científica, exercido de modo coloquial e numa linguagem simples e clara.” JOSÉ LAMEGO, jurista O QUE DIZEM OS CRÍTICOS “Nuno Crato, recentemente agraciado com um dos European Science Awards (…) em "Passeio Aleatório" (Gradiva, 211 págs.), recolha de artigos que o matemático escreveu para o "Expresso", (…) usa a ciência com mestria romanesca para elevar as discretas realidades da vida a patamares de uma deliciosa excentricidade. Por que motivo não é possível fazer boas torradas num microondas? Quem inventou o clipe? Qual a relação entre cálculos nos rins e cálculos matemáticos? E de onde vem a palavra "spam" (não, não é dos Monty Python, como eu julgava). Raramente um livro português me proporcionou tanto prazer e tanta gargalhada. Num ponto, porém, discordo de Crato: para quem tem medo de voar, saber que conduzir um carro é 65 vezes mais perigoso do que andar de avião não resolve a angústia do condenado. Como diria Henry James, mais forte do que a matemática é a imaginação para o desastre.” João Pereira Coutinho in Expresso, 29 de Março de 2008
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