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Segunda, 14 de Julho de 2014
«Ser ou não ser» Ian McEwan disserta sobre essa eterna questão, que reflecte o dilema perene de “agir ou não agir”.
No seu novo romance Numa Casca de Noz Ian McEwan disserta sobre essa eterna questão, que reflecte o dilema perene de “agir ou não agir”. Por Helena Vasconcelos, Ípsilon, Público.

Leia a crítica na íntegra aqui.



«De cabeça para baixo, confinado a um espaço estreito, encerrado na escuridão, mergulhado em líquido amniótico, ciente do que se passa “lá fora” apenas através do som, do cheiro e dos contactos físicos da mãe, o narrador do mais recente romance de Ian McEwan encontra-se numa situação desvantajosa. É um feto, prestes a nascer, ainda dentro do ventre materno, um pequeno espião atento que se vai apercebendo do universo. A consciência, essa dádiva envolta no “pano de ouro” que o feto rasga num momento evocativo do reconhecimento teológico do pecado original, obriga-o inexoravelmente a participar nos desastres do mundo.»

Leia a crítica na íntegra aqui.