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As Curandeiras Chinesas
Um motim que abalou a I República
Colecção: Gradiva

Páginas: 264
Ano de edição: 2014
ISBN: 978-989-616-593-2
Capa: Brochado (capa mole)
14 €
12,60 €

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Sinopse
Lisboa, Novembro de 1911. Duas chinesas chegam à capital e recuperam a visão dos cegos mais pobres que as consultam. Publicitado o «milagre», cresce a histeria colectiva e as autoridades ordenam a expulsão das duas curandeiras. A decisão acende um rastilho de protestos, no Parlamento e nos ministérios, congregando multidões em inflamados comícios. Há mortos, feridos e detidos nos motins da Baixa lisboeta. Cúmulo das ironias, Machado Santos, o vencedor da Rotunda, o fundador da República, torna-se de súbito no inimigo público dos que, um ano antes, o haviam levado em ombros... Um romance histórico de grande qualidade literária, baseado em factos verídicos.
Autor(es)
Joaquim Fernandes, cofundador do CTEC – Centro Transdisciplinar de Estudo da Consciência, na Universidade Fernando Pessoa, Porto, doutorou-se na área da História com uma tese sobre o tema «Imaginário Extraterrestre na Cultura Portuguesa – do fim da Modernidade até meados do século XIX», apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Interessa-se particularmente pela antropologia religiosa comparada, com destaque para os fenómenos da religiosidade popular e da espiritualidade, movimentos heterodoxos da história das ideias e das ciências, as visões do mundo, o imaginário coletivo e as crenças na história. É autor de dezena e meia de livros, com destaque para a temática de Fátima, com Fina d’Armada. Na sua bibliografia mais recente incluem-se História Prodigiosa de Portugal, O Livro do Universo e Moradas Celestes, versão simplificada da sua tese de doutoramento. Na ficção, estreou-se em 2008 com o seu primeiro romance O Cavaleiro da Ilha do Corvo.

Está biografado no Dicionário das Personalidades Portuenses do século XX (Porto Editora, 2001).