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A MINHA NETA TEM PULGAS
Colecção: Cartoons

Páginas: 128
ISBN: 978-972-662-575-9
12,11 €
10,90 €


Sinopse
Trolley, que serviu de modelo a Electra, tem hoje 12 anos, vive e trabalha com Cathy Guisewite e escreveu a maior parte das suas melhores piadas.

A série Cathy retrata as dificuldades e contradições da vida quotidiana de uma «trintona». Tal como tantas outras mulheres modernas, Cathy luta contra as frustrações decorrentes dos quatro principais «grupos de culpa» -- a comida, a carreira, a mãe e as relações amorosas. Sempre a tentar fazer o seu melhor, Cathy descobre com frequência que as suas alternativas são mutuamente exclusivas: deve mostrar-se carinhosa ou desinteressada? Ser agressiva ou submissa? Comer com regra ou satisfazer todos os apetites? Pois é... não admira que a Cathy esteja confusa!

A tira da Cathy é publicada em mais de 700 publicações e o primeiro filme animado inspirado na série foi premiado com um Emmy.

«Para muitas mulheres solteiras, Cathy é como uma melhor amiga (...) Seja qual for o problema que tenham de enfrentar, o mais provável é que a Cathy esteja a passar pelo mesmo.»

Elkhart Truth

«Não é necessário ser-se uma jovem mulher solteira para apreciar o humor de Cathy Guisewite. Como toda a gente, a sua heroína enfrenta os mais diversos problemas e tem uma mãe para aplacar. Mas a verdade é que os problemas nos parecem muito mais simples depois de termos lido as tiras da Cathy.»

Oakland Press
Autor(es)
O fenómeno Cathy nasceu no final dos anos 70, quando Cathy Guisewite enviou algumas tiras à Universal Press para não ter de passar pela vergonha de ser a mãe a fazê-lo. Quando poucos dias mais tarde, recebeu um contrato pelo correio, o que Cathy fez foi «telefonar à mãe, comprar um estirador e comer uma caixa de donuts». Hoje as tiras de Cathy são publicadas me mais de 350 jornais e revistas em todo o mundo. O talento de Cathy Guisewite para apresentar as angústias e as ambições de uma geração numa perspectiva humorística acabou por tornar a protagonista dos seus cartoons numa espécie de porta-voz das mulheres modernas. A autora, que vive na Califórnia, passa grande parte do seu tempo no sótão da sua casa a desenhar tiras e pranchas que se destinam «a todos aqueles cuja vida gira em torno da comida, do amor, da mãe e da carreira, os quatro grupos básicos da culpa».