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Os Livros Que Não Escrevi

Páginas: 308
Ano de edição: 2008
ISBN: 978-989-616-254-2
17,67 €
15,90 €


Sinopse
Nesta obra profundamente original e audaciosa, George Steiner fala de sete livros que não escreveu - porque as indiscrições eram excessivamente intimidantes, porque o tema provocava demasiada dor, porque o desafio emocional e intelectual se revelava superior às suas capacidades.

Os temas tratados variam substancialmente e desafiam tabus convencionais: a experiência do sexo em línguas diferentes, as reivindicações do sionismo, um amor mais intenso pelos animais do que pelos seres humanos, o privilégio dispendioso do exílio, a teologia do vazio. Com uma honestidade desarmante, Steiner passa além da sua enorme erudição e da racionalidade pela racionalidade para nos mostrar «unicórnios no jardim da razão».

Uma percepção unificadora subjaz a diversidade de Os Livros Que Não Escrevi. O melhor que temos ou podemos produzir é apenas a ponta do icebergue. Por detrás de cada bom livro, como que recortado numa sombra iluminada, encontra-se o livro que ficou por escrever, aquele que teria fracassado melhor.


O QUE DIZEM OS CRÍTICOS

«Magnífico.» Edward Said, The Nation

«Não há ninguém a escrever sobre literatura que se possa comparar a Steiner enquanto polígrafo e poliglota, e poucos poderão igualar a verve e a eloquência da sua escrita.» Robert Alter, The Washington Post

«Brilhantemente iluminador.» Alain de Botton

«O seu discurso e as suas ideias revelam equilíbrio, seriedade sem monotonia, erudição sem pedantismo e charme sóbrio.» Naomi Bliven, The New Yorker

«A obra de Steiner caracteriza-se por um humanismo inteligente e profundamente sentido: este homem prolífico é habitado por uma tradição de inteligência e estilo.» The Los Angeles Times


Autor(es)
George Steiner nasceu em Paris em 1929. Licenciou-se na Universidade de Chicago e completou o mestrado na Universidade de Harvard, onde foi galardoado com o Bell Prize in American Literature. Doutorou-se na Universidade de Oxford que lhe atribuiu a valiosa distinção - Chancellor's Essay Prize. Em 1944 adquire a nacionalidade americana, embora tenha vivido grande parte da sua vida na Europa. Foi membro da equipa editorial da revista Economist, trabalhou no Institute for Advanced Study na Universidade de Princeton, e leccionou em Cambridge, Stanford, Yale, Genebra e na Austria. Publica artigos em jornais e revistas como a New Yorker e o Times Literary Suplement. É autor de uma obra diversificada, que inclui ficção e ensaio.
Aquando da sua recomendação para Norton Professor (um dos leitorados mais ilustres dos EUA), o júri de Harvard afirmou: "Com a sua notável fluência em diversas línguas, e o seu profundo conhecimento das literaturas e filosofias de várias culturas, Steiner é um dos maiores "comparatistas" do mundo."

Obras já publicadas pela Gradiva aqui.