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O Prazer da Descoberta
Colecção: Ciência Aberta

Páginas: 184
Ano de edição: 2006
ISBN: 978-989-616-127-9
12,11 €
10,90 €


Sinopse
Richard Feynman foi indubitavelmente um dos maiores físicos do século XX. O Prazer da Descoberta é uma colectânea soberba dos melhores textos breves deste cientista - desde entrevistas a discursos, conferências e artigos publicados.
Das reflexões sobre o lugar da ciência na nossa cultura às descrições das propriedades fantásticas da física quântica ou ao discurso de aceitação do Prémio Nobel, este livro vai fascinar qualquer pessoa interessada em Feynman e no mundo das ideias. Quase todos os textos agora publicados são, pela primeira vez, tornados acessíveis ao grande público.
Feynman dá-nos aqui a conhecer, por suas próprias palavras, os pontos altos da carreira: do trabalho apaixonante na bomba atómica (quando, juntamente com outros cientistas, correu contra o tempo, tentando construir o engenho antes dos alemães) à solução do enigma do desastre do Challenger. É bem verdade que Feynman ajudou a dar ao mundo a forma que lhe conhecemos.

«Quando eu conheci Richard Feynman percebi logo que tinha entrado noutro mundo... Procurei todas as oportunidades para o ouvir falar, para aprender a nadar no dilúvio das suas ideias. Ele adorava conversar e recebia-me como ouvinte. E assim ficámos amigos para a vida.»
FREEMAN DYSON, do Prefácio


RICHARD P. FEYNMAN foi distinguido com o Prémio Nobel da Física em 1965 pelo seu trabalho na área da electrodinâmica quântica. Cientista que se conta entre os mais famosos e apreciados do século XX, foi autor de muitos livros técnicos e de divulgação, incluindo Está a brincar, Sr. Feynman! e O significado de tudo (ambos publicados pela Gradiva).
Autor(es)
RICHARD P. FEYNMAN leccionava a cadeira de Física no Instituto de Tecnologia da Califórnia antes de falecer em Janeiro de 1988. Recebeu o Prémio Nobel da Física em 1965 e celebrizou-se por ter sempre nas suas obras a intenção de explicar e fazer gostar de física aos que nada ou quase nada soubessem sobre ela.

Esta obra é disso o mais vivo exemplo.