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A PRIMEIRA IDADE DA CIÊNCIA
A CIÊNCIA NO SÉCULO XIX E TEMPO DE D. CARLOS I (1863-1908)
Colecção: Ciência Aberta

Páginas: 88
Ano de edição: 1996
ISBN: 978-972-662-513-1
7,57 €
6,81 €

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Sinopse
É no tempo do rei D. Carlos que o nó, que parecia perfeito, na Ciência se começa a desatar. A Primeira Idade da Ciência viu nascer a Termodinâmica, o Electromagnetismo, a Teoria da Evolução, a possibilidade de usar os conhecimentos para novos poderes. Subterraneamente se prepara a nova Idade com a descoberta dos raios X, da radioactividade, do electrão, do fotão, da primeira mecânica quântica, da teoria da relatividade. Os átomos, as moléculas, os electrões, passam de instrumentos metafísicos a objectos científicos. É tempo de promessas e de ameaças. Foi um tempo de profundas mudanças que quase não beliscou os Portugueses, que continuámos adormecidos. No final do século parecia que se alcançara a plenitude do saber científico. No entanto, nas suas raízes escuras escondiam-se já as tensões entre o conhecimento, que é um bem em si mesmo, e as suas aplicações. Em meados do século XIX, Júlio Verne, tal como George Orwell em meados do século XX, sente os perigos das dominações técnicas que acinzentam as iluminações puras da Ciência.

Verdadeiramente, uma época interessante, descrita e analisada neste livro, com a expressividade e a riqueza de conhecimentos e de referências de um cientista que é um dos nossos raros grandes divulgadores de ciência.
Autor(es)
ANTÓNIO MANUEL BAPTISTA é Professor Catedrático de Física da Academia Militar. Dirigiu o Laboratório de Isótopos do IPO. Trabalhou no Medical Research Council e no Royal Cancer Hospital, de Londres. Graduado pela International School of Nuclear Science and Engineering, Estados Unidos. Foi Professor de Medicina Nuclear da Michigan State University. Os seus trabalhos de investigação distribuem-se por várias disciplinas. Publicou estudos e artigos em várias revistas científicas internacionais. Pela sua brilhante e continuada actividade de divulgação na rádio, na televisão e na imprensa foi distinguido com o Prémio
da Imprensa (1969) e o Prémio Vídeo da Televisão (1981).